Bom Dia meu povo sofrido dessa linda pátria chamada Brasil. Esse país de eternas desigualdades. Digo eternas porque nasci nesse caos e pelo andar da carruagem minha geração vai partir ser vermos esse lindo país tornar-se uma Nação. Quando tivemos a sorte, depois de muitas gerações de lutas, de quase extermínio do povo originário desse país (índios), de anos de escravidão do povo negro africano nas nossas terras, depois de lutas de classe entre trabalhadores e patrões, de luta e quase extermínio das periferias do povo pobre preto ou quase pretos de tão pobres desse país pela burguesia tupiniquim. Respirávamos aliviados pensando que essa etapa já tinha sido vencida e pensávamos: vamos construir agora nossa Nação; o Brasil para todos os brasileiros. A luta estava só no comecinho ainda havia muita coisa por fazer, mas estávamos no caminho. O governo Lula focou na grande Revolução fazer o povo miserável e pobre desse país comer 3 refeições por dia mesmo num país de estrutura Capitalista. E conseguiu gradualmente e já dentro do governo da presidenta Dilma o país saiu do Mapa da Fome da ONU. Pagamos o FMI e ainda viramos credores deles no governo Lula. Dívida essa reconhecida como impagável desde o Império Brasileiro. Entre tantas outras políticas públicas que beneficiou o povo brasileiro como todo. Dilma tratou de dar estrutura a esse novo Brasil que crescia, outras grandiosas obras de infraestrutura do Oiapoque ao Chuí. Essas duas lideranças deram o status de Estadista ao chefe de Estado brasileiro. Claro o Brasil não estava pronto nem perfeito, mas estávamos no caminho certo. Ontem em meio a uma Pandemia o Brasil dividido mostrava sua cara novamente. E sua eterna divisão de classes numa batalha política, de um lado a classe trabalhadora e do outro os que se acham representantes da burguesia. Houve três grandes momentos esse fim de semana dessa caricatura social exibida pra quem quisesse ver. O primeiro momento foi quando um burguês se sentindo acuado por sua jovem esposa que chamou a polícia diante de um espancamento doméstico ( é assim que eles chamam briga doméstica) pega o celular e exibe pras câmaras da polícia toda sua arrogância e diz: não pise na minha rua, não pise na minha calçada e ao telefone fala com alguém do governo e pede socorro, completa com um bosta, chama o polícial de merda e sua parceira na ação de puta. E diz você é um bostinha que ganha R$ 1.000,00 por mês eu ganho R$ 300.000,00. O Policial dá um ar de vou fazer o quê e retorna pro carro pra pedir reforços. O burguês estava só com um celular nas mãos. Outro fato foi o Confronto entre bolsominios e torcidas organizadas. Bolsominios com as bandeiras : Fecha Congresso Nacional, Fecha STF, prende os ministros do STF. As torcidas organizadas : Respeitem a Democracia. De que lado vocês acham que a Segurança Pública estava? Claro novamente do lado da Burguesia. Também ainda nesse fim de semana através de filmagens de celulares as cenas toscas de um Policial protegendo uma senhora que carregava um taco de beisebol para ameaçar as torcidas organizadas. E quando eles pediram ação da polícia já que eles gritavam que era arma branca. O Policial gentilmente pede a senhora que se retire, ele (o policial) a escolta até o outro lado da rua enquanto ela ameaça com o taco de beisebol durante suas bravatas e diz ao Policial que ela é amiga do general Villa-Boas. O terceiro fato foi um grupo vestido de preto lembrando os grupos neo-nazistas, os Skinheads (cabeças raspadas) dos anos noventa. Seguem em grupo a pés nas ruas de Brasília em direção ao STF no meio da madrugada, dão seu showzinho sob o olhar de uma Policia cordial. Lembrando que esse grupo estava sendo liderados por gente de Olavo de Carvalho segundo a própria Sara Winter , liderança desse grupo neo-fascista.
Potanto, companheiros o Brasil continua dividido, quem teve privilégios até hoje não quer perdê-los. E cabe a nós tão brasileiros quanto eles lutar pelo nosso quinhão desse país tão rico.
A luta continua!
PS: O grupo que defendia a Democracia sofre ação dura da Policia do governador de São Paulo, João Dória.



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