A elite brasileira tem nojo dos pobres e detesta quem ajuda os mais necessitados

Com altos e baixos, o Brasil passa por um gradual e sofrido processo de combate à desigualdade. Prova disso é a inclusão de mais de 20 milhões de trabalhadores no mundo do trabalho; a expansão de políticas públicas que elevam milhares de brasileiros à condição de cidadãos e o aperfeiçoamento de políticas sociais como educação e saúde. É digna de nota a extraordinária ampliação do ensino universitário, técnico e tecnológico, cujos resultados já estão sendo percebidos. Outro fenômeno importante é o combate à desigualdade territorial, que leva as condições de crescimento econômico para regiões até então relegadas ao esquecimento.



Vivemos a emergência de uma nova classe trabalhadora jovem e batalhadora, mais escolarizada e sedenta por mais e melhores empregos. É perceptível o protagonismo das mulheres, dia a dia mais decididas a ocupar o seu lugar na sociedade. Emerge também uma juventude que não tolera preconceitos, racismo e discriminações comportamentais. As elites sabem que a consolidação de um Brasil progressista, democrático, inteiro, confiante e que sabe lutar por seus direitos é a maior ameaça aos seus privilégios. É desse novo Brasil que as elites têm nojo e temor, por isso querem contaminá-lo com ideologias conservadoras e mobilizá-lo na direção do retrocesso.”(Blog do Francisco Castro http://www.blogdefranciscocastro.com.br/2015/04/a-elite-brasileira-tem-nojo-dos-pobres.html)





O analfabeto político (Bertold Brecht)

O pior analfabeto, é o analfabeto político.

Ele não ouve, não fala, não participa dos acontecimentos políticos.

Ele não sabe que o custo de vida,

O preço do feijão, do peixe, da farinha

Do aluguel, do sapato e do remédio

Depende das decisões políticas.

O analfabeto político é tão burro que

Se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia política.

Não sabe o imbecil,

Que da sua ignorância nasce a prostituta,

O menor abandonado,

O assaltante e o pior de todos os bandidos

Que é o político vigarista,

Pilanta, o corrupto e o espoliador

Das empresas nacionais e multinacionais.


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